Quem dera compreender,
O pensamento do Poeta,
Nos versos do entardecer,
Na sua vivência discreta.



Às vezes, tão despojado,
N’outras, num mundo só seu,
Às vezes, sonha acordado,
Acorda, n’outras... ateu.



Finge a dor, que não sente,
Sente uma dor, que não vê,
Letras borbulham na mente,
Mas, ele nem sempre, as lê.



Decifra de olhos fechados,
Os enigmas de cada verso,
Símbolos entrelaçados,
Nas tramas do seu universo.



Clara Strapazzon
 

 

 

 

                

 
 

   
 

 

Envie essa página a um amigo

Seu Nome:
Seu E-mail:
Nome do Amigo
E-mail do Amigo:
Digite uma mensagem para seu amigo

 


Design by Clara Strapazzon ®

Copyright © 2007/2012 by Clara Strapazzon

Todos os direitos reservados.

 

clayderman