( Mel Redi)

    




Esquecida, a nave desliza,
Sob abarrotado céu de estrelas,
Nas águas azuis do mar
Onde a fria imagem da lua
Despudoradamente
Vem se aconchegar...



Quando em luta
– mar bravio e vento forte –
Extravasam mil sentidos
Rompendo a melodia do silêncio
Fustigando no coração navegante
Triste e insólita melancolia.



Sem forças, a solitária nave
Deixa-se ao destino, ao desalento...
E a presença que não se olvida
Vai ao longe sumindo
Num amargor desesperado...



Como feitiço, faz-se cativo n´alma
O raio de sol que vai morrendo
No horizonte dos seus dias descontados...

Mel Redi

 
(Direitos reservados ao autor)
 

 

                       

 


 

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