Vejo flores na varanda
E o aroma é de invejar.

Vejo a rede que balança
E sinto o vento me tocar.

O beijo que aquece, umedece o versejar...
Nos lábios o sorriso e a rede a balançar!

Vejo a lua estampada
E a luz é magnífica.

Vejo a noite virar dia
E sinto a aurora me levar.

O abraço que enternece arrelia meu pensar...
Nos olhos o brilho e a lua a clarear!

Vejo o fosco do horizonte,
E o silencio é inspirador.

Vejo as horas se esvaecendo,
E sinto o tempo se acabar.

O corpo se transpõe, em letras de ninar,
Na alma, a cantiga e o silencio a inspirar.

E vem o dia,
E vai-se a noite,
E a saudade não se vai.



 Catarino Salvador 

 

 
                  
 
 
 
 

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