N’amplidão da noite
Entre sedas e cetins,
Agita-se um corpo de mulher
Tomado pelos carinhos meus.
Sou o vento que anda
E desliza sobre sua pele nua,
Eclodindo sua doce fantasia.



Sou o vento que anda
Pelos vales e campinas.
Sou cavaleiro errante.
Sou poeta em evolução.
Sou poema, sou amante,
Canto a paz e a harmonia
Nas cordas do meu violão.



Sou o vento que anda.
O vento que assobia,
Que esparrama em sua pele
Desejos e magia.
Sou orvalho da madrugada.
Viajante etéreo, sol do meio dia.
Sou canção. . . Sou poesia


Wilson Carlos Roberto

 


 

                      
 
 
 


 

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